Sexta-feira, Março 21 ::
Fui gentilmente amarrada por ele.... Estava deitada na cama, de costas, meus seios à mostra, loucos pela boca dele.... Ele se colocou à minha frente e com suas mãos macias procurou os meus seios. Pegou um, depois o outro e depois ambos. Foi apertando-os devagar à princípio e depois com mais força. Isso me proporcionava um prazer incrível mas eu queria a sua boca neles. Queria que ele os sugasse com aquela fome que lhe era peculiar. Eu pedia que ele sugasse, mamasse, chupasse os meus seios e ele simplesmente não obedecia! Me torturava com suas mãos. Em certo momento ele passou a apertar os meus mamilos. Que loucura! Aquela dorzinha fantástica e eu me contorcendo de prazer e ainda querendo, ou melhor, querendo ainda mais que ele sugasse os meus seios! Eu estava molhada, muito lubrificada... Tentava libertar as minhas mãos para fazer com que ele colocasse a boca mas eu estava bem amarrada e não conseguia. Eu estava alucinada de prazer e quanto mais eu me contorcia mais ele apertava os meus mamilos e isso me deixava cada vez mais louca! Então ele (também) não aguentando mais, abriu as minhas pernas e me penetrou com força. Uma verdadeira delícia! Quando o seu membro rijo entrou na minha vagina, ele levou a boca faminta aos meus seios, alternadamente sugou-os com força enquanto me penetrava e eu rapidamente tive um dos maiores orgasmos da minha vida!
Darren
BONDAGE
Como alguém deve amarrar você
Levando-se em consideração, que em sua essência o Bondage é não ter opções numa condição consensual de limitação física da ação (com jogos e técnicas de amarração por cordas, visando imobilização) usada não para dominar a relutância, mas para incrementar o orgasmo através da escravidão, inter-dependência e submissão numa experiência sensual e sexual de cativeiro seguro, o Bondage é uma experiência que visa aumentar as sensações sexuais. Em parte porque é uma expressão inofensiva da agressividade sexual(algo de que necessitamos imensamente, devido aos preconceitos da nossa cultura neste campo) mas, também, por causa dos seus efeitos físicos.
Um orgasmo lento em situação de imobilidade forçada é uma experiência inesquecível para aqueles que o tentam sem medo agressividade alheia. "Qualquer imposição à atividade muscular e emocional tende normalmente a aumentar o estado de excitação sexual", nas palavras de Havelock Ellis. As pessoas em geral, sempre se excitaram com a idéia de obter o máximo de prazer sexual uns dos outros e a "imobilização erótica" foi sempre um excitante apreciado.
Qualquer herói ou heroína popular que se preze são amarrados periodicamente pelos pés e mãos, a fim de poderem ser posteriormente salvos. Fantasias deste tipo são muito frequentes na cinematografia mundial (na sua maior parte são absolutamente impraticáveis e dirigidas à retina e não à inteligência do espectador) e agem como uma válvula de escape para aquelas pessoas que têm problemas de agressividade ou precisam de um simulacro de violação para poderem ir para a cama e ter prazer sem sentir culpa. A maioria das pessoas tem vestígios destas necessidades e gostam de dominar simbolicamente umas as outras de vez em quando, ou até de se sentir dominadas.
Mas os jogos de imobilização, também são praticados por muitos amantes sérios que desejam descobrir novas sensações e/ou aumentar seu prazer sexual, preenchendo assim muitas lacunas importantes de sua sexualidade. Isto exige uma certa aprendizagem (os primeiros esforços frequentemente são penosos ou estéreis ou até inutilizam uma ereção por falta de jeito), mas com rapidez e habilidade, muitas pessoas, surpreendentemente, descobrem-se Tops natos. Outros recomendam o Bondage apenas como um jogo sexual para ser praticado ocasionalmente (se não por outras razões, pelo menos para uma masturbação, partilhada à dois, lenta e realmente bem executada).
Com efeito, uma imobilização verdadeiramente hábil produz resultados sensacionais. Do ponto de vista sexual, na maior parte dos homens (que não sejam tímidos) quer dando, quer recebendo, como aliás, qualquer outra técnica que envolva estímulo e simbolismo do "prisioneiro-sexual", que se bem amarrado não só parece, mas também se sente muito sexy.
As pessoas que potencialmente poderiam reagir bem a este método podem necessitar de uma preparação cuidadosa, no caso de recearem o seu simbolismo "agressivo", mas este tipo de fantasia apenas atemoriza as pessoas cuja concepção de ternura é... romântica demais. Alguns homens, devido ao seu papel social de dominador-ativo(pelo menos a maior parte do tempo) de vez em quando precisam se sentir dominados. Outros gostam dos símbolos de domínio e preferem ser agressivos desde o início.
Quando o parceiro é amarrado pelos pés e pelas mãos, firme, mas confortavelmente, de modo que ele possa se mexer tanto quanto quiser sem se soltar e, depois, levá-lo ao orgasmo, isso gera uma sensação agradável, recompensadora e de extrema segurança, além de ser uma sensação sexual excitante, permite que muitas pessoas (que não o conseguem chegar ao orgasmo de maneira convencional) o atinjam de forma total. Pode ser que berrem no momento crítico, mas certamente vão gostar muito. A habilidade, aqui, reside em distinguir os ruídos que exprimem mal-estar, dos pulsos torcidos, cãibras ou outras dores, das manifestações normais do êxtase; os primeiros significam "Pare já" e os outros "Continue, pelo amor de Deus, e faça-me acabar".
Jogos deste tipo podem ser um "extra"... um "plus"... a mais adicionado a todas as formas de atividade sexual e de coito convencionais, já que o amante amarrado pode ser beijado, masturbado, montado ou simplesmente acariciado até o orgasmo. Mas são muito adequados as sensações intensas e quase insuportáveis produzidas pelas carícias manuais lentas e hábeis, tanto no homem bottom quanto no Top. A prisão dá ao amante passivo(bottom) algo de muscular para fazer, enquanto fica incapaz de alterar o curso dos acontecimentos ou o ritmo e velocidade da estimulação (a que Theodor Reik chamava o "fator de suspense") e permite ao amante ativo (Top) levar seu companheiro, à "alturas estonteantes" (e no caso da inversão de papéis, este pode enlouquecer o outro, demorando ainda mais o processo).
Os amantes experimentados e audaciosos descobrirão logo o contexto adequado à imobilização. Este surge naturalmente num tipo de "batalhas amorosas" tão ao gosto de certas pessoas mais dinâmicas, em que o bottom finge resistência para obter, uma torção de braço, aumentando assim o ritmo do jogo, e depois continuar a ser dominado, mas também se pode fazê-lo com menos violência e sortear para ver quem será o primeiro a ser amarrado.
Outro contexto, para os que fazem jogos sexuais de adultos, é simplesmente determinado pelo impulso. Um ou outro pede ou diz: "agora é a minha vez", ou o parceiro de espírito mais empreendedor começa e realiza as suas aspirações. Pode ser que ele acorde e descubra que o outro virou o jogo e que agora, está acabando de lhe amarrar os pulsos; então já é tarde demais para protestar, o melhor a fazer é experimentar, até mesmo para adquirir experiência e saber como incrementar ainda mais a relação, colocando-se no lugar do parceiro bottom na próxima vez que você for o Top. Para que isto funcione como jogo, é evidente que deve ser feito de maneira não dolorosa ou perigosa. Além de tudo isto, qualquer tipo de crueldade como amarrar alguém que tenha medo real de ser amarrado, cordas extremamente apertadas, meter coisas pela boca das pessoas , truques idiotas como pendurar alguém por qualquer parte do corpo são práticas simplesmente cruéis, dolorosas e inibidoras para quaisquer parceiros sérios. Isso é um ato de psicopatologia e não de uma prática sexual sadia. A imobilização como jogo sexual agradável nunca é dolorosa nem perigosa. Pode, claro, ser praticada apenas pela sua agressividade simbólica, mas pelo menos metade da recompensa é diretamente física. A maioria esmagadora das pessoas que a praticam (e há muitas) gosta de ser amarradas para ter de lutar contra a prisão e também pelas sensações epidérmicas e musculares, além da liberação de certos bloqueios infantis e pelo fato de terem prazer de qualquer maneira. Também ajuda na superação do nosso tabu cultural referente as sensações extragenitais intensas, que pertence ao mesmo tipo de bloqueios. Mas se tiverem cuidado, as marcas das cordas desaparecem em poucas horas.
Algumas pessoas mais enérgicas gostam também de ser amordaçadas. Como alguns dissem, "mantém o gás do champanhe". Amordaçar e ser amordaçado excita muitos homens. A maioria diz que não gosta, mas a expressão de espanto erótico na cara de um homem bem amordaçado, quando descobre que só pode gemer, é irresistível para os instintos de violação de outro homem. Além do simbolismo e da "sensação de desamparo", permite à vítima gritar e morder durante o orgasmo, sem se preocupar em se controlar, o que só poderia fazer sem a mordaça se possuísse uma cabana isolada ou dispusesse de um quarto à prova de som. A maior parte dos homens que se excitam com isto gostam de ser completamente silenciados. Alguns outros gostam que seus olhos sejam vendados além de, ou em vez, de serem amordaçadas.
Mas é difícil amordaçar alguém com uma segurança de cem por cento, exceto nos filmes em que um pedacinho de pano sobre a boca da heroína permite que o herói passe a seu lado, sem ouvi-la. Também o "prisioneiro" nunca deve ficar em situação de não poder indicar que algo de errado esteja acontecendo. Um pedaço de pano comprido, que dê várias voltas, quando bem colocado entre os dentes, ou uma bolinha de borracha fixada no meio de uma fita de três centímetros de largura por um parafuso e porca (a "poire" tradicional dos bordéis franceses) são suficientes. A fita adesiva silencia quem quer que seja, mas é dificílima de tirar. Tudo o que se usar deve ser firme, mas não pode e não deve interferir com a respiração, também deve ser fácil de tirar se alguma coisa der errado para o "prisioneiro": se ele sufocar, por exemplo, ou se sentir mal, ou ainda, qualquer outra situação de desconforto, lhe será difícil ou impossível expressar o que estiver ocorrendo. Os sinais (isto se aplica a todos os jogos de imobilização) devem ser combinados de antemão e nunca se deve abusar deles ou ignorá-los, sob a sanção, do seu uso ilícito, pode-se por exemplo, ter que "sofrer" mais dois orgasmos amarrado. Um grunhido em código Morse ou sinais como os usados em leilões são boas escolhas.
Lembre-se: A SEGURANÇA VEM SEMPRE EM PRIMEIRO LUGAR.
Darren
:: postado por darren as 16:44
Falando um pouco mais sobre Fetiche....
SCAT: O prazer que vem de onde você nem imagina
Talvez os mais extremos e radicais de todos os fetiches, sejam coprofilia e a misofilia que são as práticas sexuais que mais curiosidade tem despertado nos últimos tempos. Porém existem registros desse tipo de atividade sexual desde os primórdios da civilização humana. Na Roma antiga, por exemplo, existem registros até mesmo de senadores, que ejaculavam intensamente quando prostitutas defecavam sobre seus rostos.
As pessoas que praticam o scat ou coprofilia, que significa brincar ou jogar com fezes, ao contrário do que possa parecer, não relacionam sexo apenas com fezes, mas também com urina, esperma e até mesmo o vômito.
A moderna psicologia, que estuda o fenômeno desde o início do século passado, atribui essa "parafilia" a algum trauma, disfunção, ou ainda a alguma descoberta de prazer ocorrida durante a transição da fase oral para a fase anal do desenvolvimento do indivíduo na tenra infância. Outros pesquisadores dizem ser esse um comportamento natural nos primatas, tais como, orangotangos, chipanzés e gorilas todos parentes muito próximos do homem. Estes mesmos estudiosos, atribuem esse comportamento de certos símios, primeiramente a um mero reaproveitamento alimentar, já outros dizem ser esse é um ato de submissão social ou de puro prazer sexual.
Todavia, existem especificidades dentro do sexo escatológico, também chamado em inglês de "water sports". Por exemplo, ao desejo em ter contato físico ou até mesmo de beber urina, chamamos de urofilia ou vulgarmente de "Banho Dourado".
Essencialmente, pessoas adoram urinar nos seus amantes, ou, ainda, adoram que os seu amantes urinem sobre elas. Urinar é algo realmente íntimo: a urina faz parte da pessoa, é quente e molhada, é agradável deixa-la sair, além de vir pelos próprios genitais. Alguns experimentam um arrepio de poder, quando tem alguém imobilizado sob seu controle, que não pode fazer nada, exceto receber a ducha, à medida quem é liberada. Já outros se excitam em ser forçados a urinar, a molhar suas roupas íntimas: "é coisa de criança e, portanto, deve ser punido" o que por sua vez remete ao sadomasoquismo.
Essa "parafilia" em particular, tem uma explicação bastante interessante e deveras convincente, do ponto de vista do comportamento animal dos seres humanos e que vem só confirmar as teses anteriores. Dizem os antropólogos tratar-se de um tipo de comportamento ancestral do homem, que a exemplo da maioria dos animais, usa a própria urina para demarcar seu território. Ou seja, quando urinamos ou defecamos sobre nossos parceiros, na verdade, estamos demarcando-os como nossa propriedade e aqueles que por sua gostam de ser passivos neste tipo de relação estão demonstrando extrema submissão.
Há também o rimming, mais conhecido vulgarmente em português por "cunete", é considerado uma forma mais branda de coprofilia, uma vez que durante sua realização desse ato há o contato da boca com o ânus; se bem que nesse caso o prazer se dá não pelo contato da boca e da língua com as fezes, e sim pelo contato das mesmas com o sensibilíssimo tecido do orifício externo do ânus que estimula o esfíncter.
Já a misofilia, que apesar de estar relacionada com a coprofilia, não é um sinônimo da mesma; ao contrário do que muitos pensam, e sim, a obtenção do prazer venéreo através do contato intimo com partes do corpo ou com parceiros sujos ou até mesmo imundos (fazer sexo com mendigos por exemplos).
Ambas estão estreitamente ligadas, ao que hoje as modernas escolas de psicologia chamam de sexo sensorial, cujo o estímulo ao prazer sexual ou ao orgasmo se dá através dos cinco sentidos, a saber o tato, a visão, a audição, o paladar e o olfato; sendo esse último o mais importante para obtenção desse tipo especifico de prazer sexual. Um bom exemplo disso, ainda que pouco tenha a ver com scat, são os podolatras que gostam de pés cheirando a um leve odor de suor ou até mesmo a chulé forte, e quanto mais forte melhor! Neste grupo de podolatras também se inserem os misofílicos (aqueles gostam de pés sujos). Essas "parafilias" na maior parte das vezes, estão ligadas a outras como por exemplo, a podolatria ou ao rubber.
Apesar de parecerem estranhas à maioria de nós, tanto a coprofilia quanto a misofilia são modalidades sexuais muito praticadas, não só por sadomasoquistas, como forma de alta dominação e/ou submissão como também por parceiros sexuais ditos "normais", só que na intimidade de seus quartos. É por isso e por seu caráter dito "repulsivo" que só agora, depois de tanto tempo, ela se manifesta como uma forma real de prazer sexual.
Todavia, é bom lembrar que tanto uma quanto a outra tem um elevado risco de transmissão de várias doenças desde uma simples verminose até as DSTs, tais como, simples hepatite, gonorréia, até a AIDS e muitas outras. O contato oral com uma parte, mesmo minúscula, de fezes pode transmitir a hepatite e bactérias intestinais. Do ponto de vista da saúde, a urina é basicamente estéril, porém não é necessariamente ausente de HIV. Portanto, beber a urina de outrem, não é considerado mais sexo seguro! Ao mesmo tempo, a urina contém alguns sais que o organismo procura eliminar, de maneira que bebe-los novamente sobrecarrega os rins. Se você bebe urina, beba muita água depois.
É sempre bom recomendar aos seus participantes todo o cuidado ao praticar essa modalidade sexual. Sempre que possível use camisinha(inclusive na língua), luvas descartáveis e tudo mais que puder proteger sua saúde.
Lembre-se só você é responsável por você mesmo!
Darren
:: postado por darren as 16:35
Pequeno Dicionário
BDSM:
- Iniciais de Bondage, Dominação e Sado-Masoquismo, que identificam componentes de um jogo de poder erótico - BD, DS, e SM são combinações possíveis.
Bondage:
- Técnica de imobilização que utiliza-se de cordas e fitas, laços e amarras.
Calabouço:
- Um quarto projetado e especificamente decorado para jogos de SM, também conhecido como "quarto " do jogo, pode ser também chamado de masmorra, oficina ou consultório.
Chuva dourada:
- Utilização da urina para propósitos eróticos.
Coleira:
- Uma faixa de couro, metal, pano, etc. cercando o pescoço para significar um papel, inevitavelmente ligado à submissão.
Consensual:
- Baseado em acordo mútuo; sem coação; um das três bases de jogo de SM: Seguro, São & Consensual (em inglês Safe, Sane & Consensual).
D&S:
- Dominação e submissão.
Dominação:
- Conjunto de técnicas que permitem o controle sobre o jogo.
Dominante:
- A pessoa que dirige a cena, estipulando os assuntos e os comandos.
Escravo:
- Termo que designa a pessoa na cena que desempenha o papel de submisso, receptivo ou masoquista, em inglês o termo é bottom.
Feminilização:
- Jogo erótico em que o submisso é tratado como uma menina ou mulher.
Fetichismo:
- Erotização de objetos, comportamentos e/ou partes do corpo.
Humilhação:
- Redução deliberada consensualmente do ego para propósitos eróticos, variando de embaraço moderado a degradação.
Imobilização:
- Técnicas de restrição de movimentos, que complementam a submissão.
Infantilização:
- Jogo erótico em que o submisso é tratado como um bebê ou uma criança.
Jogo Pesado:
- Atividades e técnicas sofisticadas e/ou avançadas, usadas para excitação psicológica ou física que requer treinamento especial, para segurança, e que envolvem, por exemplo, controle de respiração, incisões, perfurações (piercings), cauterizações, ou outras configurações que tornem o jogo fisica e/ou psicologicamente muito intenso.
Limites:
- Limites de consentimento, estabelecidos previamente entre os parceiros, forma de garantir a suspensão do jogo em caso de risco ou abuso não consensual (atividades em qual a pessoa não deseja participar), relaciona-se à palavra de segurança.
Masoquista:
- Uma pessoa que obtém prazer em situações eróticas de submissão, em um jogo erótico consensual.
Uso Médico:
- Cenas, exames, procedimentos e equipamentos hospitalares para o jogo erótico de dominação e submissão.
Madame:
- Título feminino, de respeito, de uma dominadora que possui um escravo consentido.
Usa-se também Dominatrix, Senhora, ou alguns tratamentos equivalentes.
Mumificação:
- Técnica de dominação que é efetuada com a contenção do submisso em material que impeça qualquer movimento e o mantenha sob observação, como uma múmia.
Palavra de segurança:
- Palavra ou gesto, estabelecido previamente, para interromper o jogo em uma cena ou uma relação.
Privação de sentidos:
- Técnica de dominação que reduz as informações sensoriais, utilizando-se mordaças, capuzes, vendas, tampões, e/ou outros instrumentos.
Restrições:
- Coleiras, ou equivalentes, geralmente de metal ou couro, que se fecham ao redor dos pulsos e tornozelos, ou das coxas, costas e cinturas.
S&M ou SM:
- Sadismo e masoquismo, também conhecido por Sadomasoquismo
Sádico:
- Uma pessoa que obtém prazer em situações eróticas de dominação, em um jogo erótico consensual.
Submissão:
- Rendição ao controle e poder alheio.
Submisso:
- Pessoa que aprecia a submissão durante o jogo.
Suspensão:
- Técnica de dominação na qual uma pessoa é em parte ou completamente elevada do solo.
Fetiche:
- Diz-se de objetos, ações, partes do corpo, etc., que, embora não estejam diretamente relacionados a sexo, representam um forte estímulo sexual para o fetichista.
Baunilha, ou Vanilla:
- É o sexo normal, sem fetiches. Também é chamada assim a pessoa não-fetichista, ou não-S&M.
Safeword (ou rota de escape):
- No universo do SM pode-se perfeitamente buscar por jogos diferentes e novos, gradualmente aumentando o leque de opções e, possivelmente, estendendo os limites do aceitável. Trata-se entretanto de um processo lento e gradual e, dentre outras coisas envolvidas, há que se considerar que as pessoas não são telepatas, e nesse desenvolvimento pode ocorrer que uma das partes não esteja se sentindo confortável com uma determinada situação. Uma safeword existe como um meio de comunicação para que a parte que se sinta desse modo faça a outra saber de tal fato de maneira rápida e eficiente. Dessa forma, é importante considerar uma safeword com muita seriedade, sendo dita IMEDIATAMENTE e acatada idem, sem questionamentos, ainda mais quando se trata de um jogo na vida real que o leve a uma condição em que você nada possa fazer por você mesmo (estando amarrado, por exemplo). Pode haver graduações também, como por exemplo o acordo de duas safewords, uma significando "Não estou me sentindo muito bem com o jogo, sejamos um pouco mais suaves" e outra "Estou me sentindo agredido(a), pare AGORA, deixe-me ir embora daqui!".
Dungeon:
- (calabouço em inglês) é o nome que se dá a um local adequadamente decorado e equipado para a prática de BDSM. Tais equipamentos podem incluir entre outras coisas, gaiolas, cavaletes, e diversas alternativas para imobilização por bondage, além dos chicotes, dildos e outras miudezas.
Roleplay:
- Desempenhar papéis", dentro de um enredo no qual o Bondage será aplicado. Enredos clássicos são o seqüestro, o salvamento, o vampiro e sua vítima, abdução alienígena, chefe & secretária, médico & paciente, e outros menos politicamente corretos...
Escatologia:
- Também conhecido como coprofilia ou coprolagnia, é a variação da chuva dourada em relação a excrementos. É grande o risco que transmissão de doenças (como hepatite) e parasitas intestinais.
Exibicionismo:
- Exibir-se a outras pessoas. Pode ter vários graus, desde simplesmente apresentar-se em trajes exiguos ou insinuantes até fazer sexo em público, que pode ser mais ou menos numeroso também.
Giantess:
- É quando estou (virtualmente) diante de uma mulher umas 20 ou 25 vezes maior que eu, sendo usado por ela como instrumento de prazer como se fosse um pênis... Uma das vantagens para a mulher é que ela pode me levar na bolsa para onde quiser, e assim obtendo prazer a qualquer momento e em qualquer lugar.
Hipoxifilia:
- Atração por teor reduzido de oxigênio. Como meios utilizados, pode-se citar máscaras de gás, panos molhados ou alguma técnica de estrangulamento. Bastante perigoso, não é indicado para novatos e deve-se ter consciência dos riscos e cuidados na sua prática. O limite entre a consciência e a incosciência é tênue e facilmente ultrapassado e um estado de inconsciência pode levar a parada cardíaca. Muitas pessoas morrem anualmente pela sua prática. É extremamente importante que qualquer equipamento utilizado não seja passível de falha e que o controle da respiração de alguém seja diretamente controlada pela ação de outro, ou seja, que se interrompa o processo no caso de um desmaio do controlador ou coisa semelhante.
Pointing:
- É quando o pé fica bem esticadinho no ar como em uma ponteira de bailarina
Dangling (ou dangler):
- É o movimento de pendurar o sapato na pontinha dos dedos e balançá-lo.
Predatismo sexual:
- É a tara em seduzir estranhos, nos lugares mais insólitos. Filas de banco, supermercados, transportes coletivos, repartições, salas de chat (risos), qualquer lugar não preparado especificamente para este tipo de aproximação vale. O objetivo dos(as) predadores é a sedução da presa, em primeiro lugar, e a procura por experiências diferentes, em segundo. Por isso mesmo, são extremamente seletivos.Obs: Os verdadeiros predadores que atuam na net não gostam de sexo virtual. Nas raras ocasiões em que o praticam, sempre têm em vista a realização da fantasia ao vivo.
Telefonescaptofilia:
- Usar o telefone como um meio de comunicação, mas objetivando a satisfação sexual.
Voyeurismo:
- Gostar de ver os outros. Como o exibicionismo, também apresenta vários graus, desde ver alguém em trajes um pouco mais generosos, um decote ou roupa justa, até estar presente durante o ato sexual de outrem.
Darren
:: postado por darren as 15:48
Sexta-feira, Março 7 ::
Fisting - Fist Fucking
Do inglês: Fist: punho + Fucking (meter, na gíria) . Uma das mais intensas práticas dentro do BDSM. Consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus. Tem mais adeptos dentro da comunidade gay, mas não está associada à práticas homossexuais dentro da comunidade BDSM. Inicialmente, o dominador(a) introduz vagarosamente os dedos, até conseguir um relaxamento muscular do parceiro(a). Deve existir uma grande cumplicidade entre o dominador(a) e o submisso(a) para esta atividade. Fisting requer tempo, atenção, cuidado e carinho. Com a lubrificação adequada, fisting não é necessariamente uma experiência dolorosa. De qualquer maneira, é consenso dentro da comunidade BDSM que a prática do fisting não é utilizada para causar dor e sim prazer no(a) parceiro(a) como uma forma intensa de penetração. Praticantes de Fist Fucking dizem que esta é uma atividade sensorialmente profunda, tanto para quem está recebendo como para quem está conduzindo. O fisting tem inúmeros componentes psicológicos. Pode remeter à uma sensação de violação, humilhação ou abandono. O punho é um símbolo de poder, literalmente. A introdução do punho dentro do corpo de um ser humano tem um enorme impacto tanto emocional quanto sexual, pois diferente de objetos artificiais (vibradores, butt plugs, etc.) a destreza e o movimento da mão provoca uma sensação única. Lembro que a introdução de qualquer coisa no ânus/reto é uma atividade de alto risco, que pode resultar em hemorragia.
Fisting é a inserção completa da mão na vagina (fisting vaginal) ou ânus (fisting anal). Esta prática requer tempo, conhecimento mútuo, relaxamento e paciência. Não se faz fisting e vai embora para casa. São necessárias doses muito generosas de amor, carinho, cumplicidade e conhecimento do corpo do outro. Inicia-se com a introdução lenta e gradativa dos dedos, um à um, na vagina (no caso de fisting vaginal) ou no ânus (no caso do fisting anal). Outras carícias como sexo oral são bem vindas e ajudam e muito a relaxar e dar mais prazer.
Darren
:: postado por darren as 13:07